cá dentro, bem guardados no peito, trago comigo
todos os lugares por que passei
todas as vidas que vivi
trago comigo todos os minutos até esta hora
e trago sobretudo todas as pessoas que por mim passaram.
as que estiveram e ficaram, as que passaram de relâmpago, as que estão, as que vão estando, as que estarão para sempre e as que todos os dias vão estando mais e ficando mais.
como esta nova família tradicional, que de tradicional tem muito pouco, que me enche a cada dança, cada gargalhada, cada nova partilha. esta nova família de pessoas especiais, bonitas. onde aquilo que conta está muito para além do palpável. e onde a dança e a música, são só mais um meio de comunicação. através do qual conversamos e partilhamos o que de mais íntimo temos num abraço forte, luminoso.
porque afinal,
"o essencial é invisível aos olhos. só se vê bem com o coração."
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